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Para ter uma boa renda no futuro

Para ter uma boa renda no futuro

Para ter uma boa renda no futuro

Planos de previdência e seguros de vida são produtos distintos, mas complementares. São boas opções para garantir uma renda no futuro.

 

Os planos de previdência privada (ou complementar aberta) são comparados a uma poupança de longo prazo, um complemento da renda na aposentadoria ou mesmo para a realização de sonhos pessoais no futuro. O seguro de vida é um produto que protege os beneficiários no caso de morte, seja por causas naturais ou por acidente. Apesar de diferentes, os dois são complementares são duas opções presentes no orçamento dos brasileiros. Mas como optar por um deles?

 

Antes de contratar um plano de previdência, é importante terem claros os objetivos de longo prazo e quanto da renda está disponível para economizar, segundo especialistas consultados pelo O POVO.

 

Outro passo importante é definir que tipo de plano será contratado. O Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) é ideal para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário completo, porque pode deduzir o plano. O Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) é indicado para quem usa o formulário simplificado ou é isento.

 

A coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, afirma que a previdência complementar é mais recomendada para quem deseja uma renda maior quando se aposentar.

 

“O seguro de vida é mais para quem sustenta a família e quer que ela receba uma indenização caso de invalidez ou morte”, ressalta Maria Dolci.

 

Riscos analisados

A contratação do seguro de vida é mais adequado para pessoas na faixa etária de 18 a 55 anos e que tenham dependentes econômicos ou financiamentos em longo prazo.Antes de adquirir um seguro de vida, o consumidor deve ficar atento ao contrato, além de avaliar quais a reais necessidades para não correr o risco de pagar por coberturas que não serão utilizadas, conforme orientações do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), por meio da sua assessoria de imprensa.

 

“O usuário também deve prestar atenção aos riscos excluídos de indenização e às condições específicas do contrato”, diz e acrescenta que deve haver uma atenção especial na hora de contratar um seguro de vida, pois o preço e as taxas cobradas variam de acordo com as coberturas selecionadas.

 

Restrições

O Idec também explica que o seguro é calculado de acordo com a idade. “A maioria das seguradoras faz restrições a pessoas com mais de 65 anos. Algumas impõem limitações a partir dos 60 anos para a contratação da primeira apólice. No caso de renovação, há ligeira tolerância para o avanço da idade do segurado”. 

 

Especialistas apontam que a rende ideal para receber na aposentadoria é, pelo menos, 70% dos rendimentos que se obtinha na vida ativa. No caso da idade para buscar uma renda complementar, a recomendação é começar o mais cedo possível. Quanto maior o período de acumulação, melhor para a constituição das reservas. Os aportes podem ser mensais ou esporádicos, de acordo com as possibilidades de cada um.

 

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) informa que os planos de previdência complementar são simples e flexíveis, além de oferecerem vantagens tributárias para a acumulação de reservas ao longo do tempo. No site da FenaPrevi (http://bit.ly/1boPKG2), há mais detalhes.

 

Fonte: Jornal de Hoje por Artumira Dutra 

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