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Você precisa de um seguro de vida?

Você precisa de um seguro de vida?

Você precisa de um seguro de vida?

Quem nunca obteve a oferta de um seguro de vida? E você, sabe se precisa de um seguro de vida?

 

Inicialmente, vamos fundamentar a importância deste tipo de seguro. As pessoas que são organizadas financeiramente, ao longo da vida, costumam acumular recursos para alcançar o cenário de independência financeira.

 

Ser independente financeiramente significa poder pagar todas as suas despesas, incluindo as obrigatórias e não obrigatórias, apenas com os rendimentos oferecidos pelo seu patrimônio. É o momento em que a renda mensal proveniente de salários ou pró-labores não é mais necessária, pois a renda passiva gerada pelos investimentos é suficiente para pagar todos os custos.

 

A independência financeira, muitas vezes, é calculada em parâmetros individuais, ou seja, as pessoas tendem a fazer este cálculo pensando apenas em suas próprias despesas. Porém a configuração das famílias vem mudando significativamente com o passar do tempo e, atualmente, temos uma conjuntura em que a renda individual de cada membro acaba por contribuir para a renda familiar total. A pergunta aqui é: se você morrer amanhã, a renda de seu cônjuge ou companheiro(a) de lar será suficiente para manter o padrão de vida atual? Se a resposta for não, você precisa de um seguro de vida.

 

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Vamos pensar na seguinte situação hipotética: uma família formada por um casal e um filho possui renda total de R$ 7.000,00 e mensalmente tem um custo de R$ 5.000,00, portanto, todos os meses poupam R$ 2.000,00 em uma conta de investimentos para a independência financeira. O rendimento gerado pelas aplicações do casal oferecem um retorno líquido mensal de 0,5%, portanto, para que eles possuam independência financeira, precisarão ter somado um montante total de R$ 1.000.000,00 (que aplicados os 0,5% formarão os R$5.000,00 necessários para manter o padrão de vida atual).

 

Este casal já possui em capital acumulado o valor de R$ 550.000,00 e precisarão juntar ao longo do tempo mais R$ 450.000,00.

 

A renda de R$ 7.000,00 é formada por R$ 4.500,00 de um e R$ 2.500,00 do outro, ou seja, os dois valores são importantes para a renda familiar pagar as despesas e acumular recursos para o futuro. A questão a ser respondida é o que fazer para o caso de um dos dois morrer ou ficar inválido, deixando de produzir renda para a família?

 

Além da mudança na estrutura de custos, no padrão de vida e do impacto emocional, ocorrerá um atraso significativo na acumulação patrimonial que poderá nunca mais ser alcançada se nenhuma das variáveis for alterada. Imagine agora que este casal possuía um seguro de vida no valor R$ 450.000,00 para o caso de um dos dois morrer e que o custo deste seguro já estivesse embutido nas despesas mensais de R$ 5.000,00. No caso de um dos dois ficar inválido ou falecer o casal, alcançaria de imediato a independência financeira e não mais necessitaria de renda para viver, portanto, a renda restante serviria como adicional na renda familiar permitindo uma um maior conforto financeiro.

 

Este é o objetivo primordial de um seguro de vida: complementar o patrimônio acumulado na formação da independência financeira. Com o passar do tempo e com a crescente acumulação de recursos de cada um, o seguro torna-se menos necessário, até que a independência financeira seja alcançada. Neste momento, o seguro de vida já não é mais necessário.

 

O seguro de vida serve como uma garantia de estabilidade financeira para os familiares do segurado. Em termos de estrutura financeira, toda família deveria inserir o seguro de vida como um instrumento do planejamento patrimonial.

 

Infelizmente, o seguro de vida é um produto financeiro muito mal entendido e é oferecido sem adequação de valores e planos com a necessidade de cada um. Caso tenha interesse em conhecer mais sobre o seguro de vida como complementação patrimonial, procure uma Agência de Investimentos e veja como este instrumento pode lhe auxiliar.

 

Como diz o ditado: o seguro morreu de velho.

 

Fonte: Rafael Bastos -Gente e mercado

 

 

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